Bem aventurados àqueles que tiveram seus olhos abertos para o Reino
Cuja esperança não está em reconhecimentos
Bem aventurados os que não fazem barganhas,
pois uma vez tendo entregue tudo, nada mais tem a perder
Bem aventurados os que não tem sua vida como preciosa,
Pois a loucura do homem é preservar o que perecível
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
É PRECISO SABER VIVER
Faz algum tempo que ando reflexivo sobre a Vida. Para ser mais específico, existe umA característica da vida que me intriga: A VIDA NÃO TEM ENSAIO.
É isso mesmo, a vida acontece. Não é como uma peça de teatro que dá pra se preparar, decorar texto, repassar com amigos, gravar, corrigir...nada disso. A vida acontece pra nós, com toda a sua complexidade não pergunta se estamos prontos.
Como se não bastasse a dificuldade de fazer tudo de improviso, ainda tem a questão do tempo, que se você ainda não reparou, só anda pra frente.
sexta-feira, 12 de março de 2010
breathlessly....

Estou retornando as atividades de escrita. Estou hoje num momento de transição, acho que uma fase nova começa a raiar.
Não há grandes mudanças externas. Não fiz aplicações de Botox, ñem lipo-escultura (já imaginou como ficaria kkkkkk - VADE RETRO !!!
Também não fiz luzes , não troquei o corte de cabelo nem tampouco uso lentes de contato (apesar de estar enxergando pouco).
As mudanças são na verdade um esporte praticado na modalidade "Indoor". Visão, mente e coração estão em mutação.
Acho que a idade tem contribuído, afinal, me aproximo dos trinta, ou se preferir, estou entrando, daqui há pouco, para o time dos Balzaquianos.
Então eis o Eric que se apresenta pra mim, e pra o mundo.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
ESCOLHA SEUS ÓCULOS
Há quem use como adereço, hábito, por precaução, rola até um certo fetiche com esse acessório como se seu uso emprestasse ao portador um ar de intelectualidade visível... pra mim tudo isso é bobagem, eu uso óculos porque preciso e não me incomodo que as meninas do Leblon não olhem mais pra mim. Quer dizer, usava.
Pois é, perdi hoje meu companheiro de leitura. Nós tínhamos uma relação de afetividade, era como se ele fizesse parte de mim. Tudo que eu via, o que lia e minhas percepções estavam diretamente ligadas a ele, passavam por ele, por seu filtro, seu julgamento. Acho até que eu dependia em parte dele.
Fiquei imaginando se meus óculos tivessem vontade própria,
Pois é, perdi hoje meu companheiro de leitura. Nós tínhamos uma relação de afetividade, era como se ele fizesse parte de mim. Tudo que eu via, o que lia e minhas percepções estavam diretamente ligadas a ele, passavam por ele, por seu filtro, seu julgamento. Acho até que eu dependia em parte dele.
Fiquei imaginando se meus óculos tivessem vontade própria,
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
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