“ Os que de antemão conheceu, também os predestinou para que fossem conformes à imagem de Jesus, afim de que ele seja o primogênito de muitos irmãos” Rm 8.29
Alguns textos da Palavra merecem e necessitam de uma atenção diferenciada para que se possa extrair o seu real sentido. Será que Deus tem filhos especiais ? Há pessoas realmente pessoas predestinadas a ir para o céu e outras não ? A resposta é simples e complexa (risos). Sim e Não !!!
quinta-feira, 6 de março de 2008
sábado, 13 de outubro de 2007
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Meu orgulho, minha paixão !!!

É, demorei um pouquinho pra postar, eu sei. Estava meio receoso se faria ou não mas, não resisti !!! Ele é lindo, cheiroso, gostoso, tem o chorinho mais delícia que já ouvi... ai, ai, isso pra não falar do sorriso que eu desconfio possuir algum efeito paralisante ... É impossível não ficar completamente dominado por ele quando sorri. Este carinha que mal me deixa dormir, roubou a minha mulher e como se não bastasse virou o centro das atenções. É ele quem dita que horas eu durmo e se durmo, determina se eu vou comer ou não, enfim, o camaradinha tem 50 cm de altura, pesa 4,1 Kg e já é o Rei do pedaço. MAs tudo bem... eu confesso.... SOU COMPLETAMENTE DOIDO POR ELE.
FILHO AMO VOCÊ E SEMPRE ESTAREI AO SEU LADO PRA TORCER, APOIAR E ENSINAR. DESEJO QUE SUA JORNADA SEJA MUITO BOA.
Não sem alegrias, pois pra que vc não desespere da vida,
Não sem dor, pra que você tenha caráter,
Não sem riso, pra que haja poesia,
Não sem choro pra que você não se empedre,
Não sem gente, pra que você não se aliene,
Não sem esforço, pra que você a valorize,
Não sem amor, pra que ela não seja em vão,
Que você conheça a Vida que só há nEle,
Que você seja HOMEM,
Que conheça o amor de uma mulher,
Que seja e faça amigos fundidos na alma,
Que crie filhos com honradez e sabedoria,
Que deixe o mundo um pouco melhor do que quando chegou,
Que Deus te abençoe com uma menteinteligente, criativa e perspicaz,
Que você tenha personalidade definida e caráter integro,
Que ame a vida, cuide das pessoas e use as coisas,
Que seja risonho e feliz (faz um bem à alma...),
Que tenhas poesia no olhar, e pureza no tratar,
e...
Jamais esqueça, leva-se da vida, a vida que se leva.
BEIJO DESSE PAI QUE TE AMA DEMAIS !
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Pensar, esse é o lance.
Hoje foi um grande dia. Não houve qualquer acréscimo em minha conta bancária. O mundo continua caótico.
A fome não foi erradicada e a pobreza permanece em franca expansão. Os índices de mortalidade continuam alarmantes e os males como violência, doenças, corrupção, promiscuidade e tantos outros ainda não dão sinais de enfraquecimento.
A grandeza do dia também não é reflexo de melhorias no meu universo imediato. Meu filho não passou no vestibular, minha esposa não foi promovida. Minha mãe não comprou uma casa nova nem meu sogro trocou de carro. Meus cachorros continuam fazendo “caca” onde não devem e meu emprego ainda apresenta as mesmas peculiaridades.
Com toda essa “não mudança” meu dia foi muito bom.
A fome não foi erradicada e a pobreza permanece em franca expansão. Os índices de mortalidade continuam alarmantes e os males como violência, doenças, corrupção, promiscuidade e tantos outros ainda não dão sinais de enfraquecimento.
A grandeza do dia também não é reflexo de melhorias no meu universo imediato. Meu filho não passou no vestibular, minha esposa não foi promovida. Minha mãe não comprou uma casa nova nem meu sogro trocou de carro. Meus cachorros continuam fazendo “caca” onde não devem e meu emprego ainda apresenta as mesmas peculiaridades.
Com toda essa “não mudança” meu dia foi muito bom.
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Eu em mim !
A intenção deste blog é tão somente a de fazer história. Sim, e porque não ? Tudo que fazemos e registramos entra pra história sim !
Talvez seja uma história feliz, sem graça, surpreendente, assustadora, deprimente, invejável, muitos podem criticá-la, outros podem almejá-la. Há os que não opinam a respeito, os que de alguma forma contribuem para a sua existência e desenvolvimento mesmo que talvez nem percebam isso e os que nem sequer perceberam que ela acontecia bem ali, na rua ao lado...
Essa história pode ter cores, cheiros e sabores, ser repleta de sonhos ou carregada de frustrações. Nela estão registrados medos, angústias, perspectivas, dores, susurros e gemidos, estratégias, desistências, mudanças por ousadia ou resignações por covardia, choro e flor, vida e trevas, sorte ou fervor .... dependendo dos olhos e do coração de quem a lê ela será uma história a mais ou a menos.
Essa história pode ter cores, cheiros e sabores, ser repleta de sonhos ou carregada de frustrações. Nela estão registrados medos, angústias, perspectivas, dores, susurros e gemidos, estratégias, desistências, mudanças por ousadia ou resignações por covardia, choro e flor, vida e trevas, sorte ou fervor .... dependendo dos olhos e do coração de quem a lê ela será uma história a mais ou a menos.
Sem padrões, sem jargões, sem razões... somente eu !
Mas... quem se importa ? ou melhor, que diferença faz ? A beleza desta história não está na forma como acontece ou por quem ela é vista, a beleza dessa história jaz no fato de ela existir.
Ela existe pra mim, é a minha história e isso basta !
sábado, 26 de agosto de 2000
sexta-feira, 25 de agosto de 2000
CARTAS DE AMOR
Todas as cartas de amor são ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras, ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor
É que são ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia, Sem dar por isso
Cartas de amor ridículas.
A verdade é que hoje as minhas memórias dessas cartas de amor
É que são ridículas.
Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente, Ridículas.
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente, Ridículas.
Fernando Pessoa
O CONTRÁRIO DO AMOR
O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
Martha Medeiros
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
Martha Medeiros
SIMPLICIDADE
Cada semana uma novidade. A última é que piza previne câncer no esôfago. Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me
embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde! E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!
Martha Medeiros
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